hum! redação que fiz pra bel; só deixando claro que esses "belos" nomes ja vieram na proposta da redação, além das personalidades das pessoas, como por exemplo; Zoraide ser apaixonada por bomboms, ter uma banca e ser vidente nas horas vagas, Dorisgleison ser um investigador, e contar a história do rapto de um menino, trama que envolveria dinheiro, recompensa, desespero e etc; - Era uma manhã bela. Bela do meu ponto de vista, claro, pois a manhã cheirava a chocolate, e foi assim que eu, Zoraide, acordei, o que já me deixou inspirada a comer o meu primeiro bombom do dia. Levantei e acordei o Dorisgleison, pra me ajudar na banca. Tomei um chocolate quente com um bombom pequeno, só pra garantir a caminhada até a minha banca e começar a rotina. Sempre chego cedo a banca, afinal, tem clientes que adoram comprar o jornal da manhã. E não foi preciso muito tempo para eu desejar um outro bombom. Para ficar mais a vontade, fechei a banca um instante, pra deliciar o bombom enorme que havia reservado, e foi aí que eu vi - sabe, nas horas vagas eu costumo ser vidente, mas ultimamente estava mais pra charlatã do que para uma real sábia - foi como um baque. Desembrulhei o pacotinho brilhante já imaginando o quanto estava saboroso, e abocanhei o primeiro pedaço, como se fosse o último, e quando os devaneios acabaram, fui pronta pra dar a segunda mordida, e aí eu vi um o menino! sim! Aquele procurado nos jornais desta semana. Aquele cuja recompensa era boa. Ele estava ali, no meu bombom. Podia até ver o lugar, era ali perto, as casas do bairo são muito iguais, mas uma placa pichada de verde na porta se destacou, não me era estranha.. e de repente, um disparo! Surtei! Dorisgleison – que já fora um grande investigador, porém agora falido - estava de olho na banca pra mim, mas quando o chamei vi que ele corria atrás de um homem, porém parou cansado. Eram 11 da manhã, e um estranho corria com uma maleta pelo calçadão. Contei a ele o que vi, e liguei as coisas. Dorisgleison estava desacreditado, mas concordou em ligar para a polícia e pedir ajuda. Minha visão fora tardia. Quando a polícia chegou, encontrou o garoto morto a tiros, e os pais que levaram o dinheiro, amarrados e desmaiados. Semanas depois eu ainda convivia com a imagem do garoto, não só em minha mente, mas em todas as notícias dos jornais de minha banca.